Fiz esse em parceria com o Felipe Abreu, também dupla por conta dos minidocumentários sobre fotógrafos que têm aparecido cada vez mais frequentemente por aqui! As imagens em vídeo a gente mesmo captou, por São Paulo, com a 7D, e as fotos estão devidamente creditadas a seus autores!

Assis.

Em Janeiro, contamos com a participação de Rogério Assis, fotógrafo paraense que gosta de trabalhar com baixas velocidades e coisas desfocadas. Devido à vinda para Salvador, muitas dessas imagens de cobertura foram produzidas por aqui, inclusive só possibilitadas pelo firmware alternativo MagicLantern. Depois hei de entrar em mais detalhes sobre ele, mas por enquanto deixemos isso para o futuro.

Salva2012.

“Hora” e “Dia da semana” são dois conceitos que não tem mais sentido nessa vida. “Frio” não tem mais uma correspondência lógica, e “Cedo” ou “Tarde” se baseiam única e exclusivamente no cansaço. Até que eu gosto bastante daqui.

Pastorello.

Terceiro da OLD com o SambaPhoto, agora a entrevista do mês de Dezembro, com o Ângelo Pastorello. Ele fala um pouco sobre sua paixão por laboratório, a série Peixes, e sobre novos projetos.

MovieGaming Hard!

Nesse semestre, em Montagem I, a principal forma de avaliação era o trabalho final. O tema de análise era livre, contanto que com um foco na montagem/edição das coisas, claro. Depois das primeiras semanas de aula, cada um devia escrever uma breve proposta do que queria abordar em seu trabalho, para já começar a pensar no que discorrer ao longo de 3000 a 4000 palavras. É, uma bomba meio grandinha. A minha proposta é esse parágrafo aí embaixo.

Pretendo analisar através dos trechos de ação do filme Gamer (EUA, 2009) – e ainda mais especificamente com enfoque a seqüência que vai de 20min40s a 24min20s -, como os mesmos são afetados pela linguagem dos filmes de ação modernos e pelos videogames e jogos de tiro em primeira/terceira pessoa. Em contrapartida, falarei também como a evolução dos gráficos permitiu que esses jogos se tornassem cada vez mais cinematográficos, embutindo em si ferramentas próprias para “filmar” a ação, dando origem aos machinimas – normalmente webséries feitas a partir desses jogos, mas que seguem as regras de uma série de TV -, numa espécie de evolução paralela onde os dois caminham para resultados bastante próximos.

Então, minha análise básica partia dessa seqüência de Gamer, e a comparava com jogos. Tive uns problemas técnicos – explicados nos primeiros parágrafos do trabalho -, e adaptei umas coisas. Meus moldes de comparação passaram a ser trailers de Battlefield 3 e Fallout 3. Convenhamos, são jogos deveras divertidos. Vamos começar?

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Jaguaribe.

Agora, pela OLD e Sambaphoto, entrevistamos Cláudia Jaguaribe, fotógrafa carioca que mora em São Paulo, e está desenvolvendo seu novo projeto “Amor Concreto”. Assistam e participem!

Prazo.

Conversando com Dan, surgiu a idéia de fazermos clipes poéticos a partir de poesias escritas por ele mesmo, envolvendo May, Lila e eu. Por conta do Festival do Minuto, íamos começar com uma que tinha como tema a preguiça de um dia de Domingo. Acabamos nos enrolando com compromissos diversos e não tínhamos mais tempo hábil para fazer o vídeo e mandar pro concurso – cujo tema era “Preguiça”. Em meio a essa decepção surgiu uma outra idéia para o concurso, bem simples e rápida, que fizemos na véspera do fim das inscrições. É e isso aí que vocês vêem logo abaixo.

Prazo

Peço então a todas as almas boas que tem conta no site do Festival que entrem na página do nosso vídeo e dêem estrelinhas pra gente! Afinal, quem nunca teve esse espírito de preguiça, de ter tudo à mão, e ainda assim deixar de fazer qualquer coisa?

Ah, sobre os clipes poéticos mencionados no começo do post, ainda estamos trabalhando no projeto e queremos ter pelo menos esse do Domingo, pronto até o fim do ano, para sondar a recepção do público. Então, assim que estiver finalizado, vem pra cá, como sempre.

Agora o trabalho de Estética e Teoria do Audiovisual I, feito em conjunto com a May e a Lud. O tema era “O Homem com a Câmera”, de Dziga Vertov. Para a época, ele era muito revolucionário!

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[ETS] Muletas.

Agora chegou a vez do ETS que fotografei, o Muletas. Ficou pronto, afinal.

Mãe: Malu Mendes
Filho: Tony Giusti
Roteiro: Hamilton Boldrini
Produção: David Tennenbaum, Hamilton Boldrini e Victor Rzepian
Direção: Bárbara Neto e May Guimarães
Assistência de Direção: J.G. Rodrigues e Valter Ribeiro
Fotografia: Plínio Chaparin e Tito Ferradans
Som: Ernesto Lara e Luciana Bonassi
Montagem: Mari Brecht e Lucas Durão

O trabalho final de Imagem IV era mais ou menos assim:

“Imagine que a música Trem das Cores, escrita por Caetano Veloso, seja um roteiro a ser filmado. Elabore uma concepção fotográfica para o roteiro levando em conta os temas abordados em sala de aula, o conteúdo e o ponto de vista em que o texto foi escrito. Lembre-se de que a concepção é livre, não precisa ser fiel ao ponto de vista, época, local, autor, mas a pesquisa é fundamental para justificar suas escolhas.”

E lá fui eu escrever sobre o assunto, numa concepção que até gostei – por isso tô postando aqui, oras! O exercício pedia também imagens de referência ou material produzido explicitando as minhas escolhas. Concluí que a coisa está crítica quando é mais fácil produzir as imagens por conta própria do que correr atrás de referências. Tá tudo aí embaixo, pra quem tiver paciência de ler uma paginazinha. Caetano, se por acaso você aparecer por aqui e gostar muito disso, me contrata! Tô a fim de rodar isso!

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