Day-to-Day Tudo AV

Jaguaribe.

December 5, 2011

Agora, pela OLD e Sambaphoto, entrevistamos Cláudia Jaguaribe, fotógrafa carioca que mora em São Paulo, e está desenvolvendo seu novo projeto "Amor Concreto". Assistam e participem!

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Prazo.

December 2, 2011

Conversando com Dan, surgiu a idéia de fazermos clipes poéticos a partir de poesias escritas por ele mesmo, envolvendo May, Lila e eu. Por conta do Festival do Minuto, íamos começar com uma que tinha como tema a preguiça de um dia de Domingo. Acabamos nos enrolando com compromissos diversos e não tínhamos mais tempo hábil para fazer o vídeo e mandar pro concurso - cujo tema era "Preguiça". Em meio a essa decepção surgiu uma outra idéia para o concurso, bem simples e rápida, que fizemos na véspera do fim das inscrições. É e isso aí que vocês vêem logo abaixo.

Prazo

Peço então a todas as almas boas que tem conta no site do Festival que entrem na página do nosso vídeo e dêem estrelinhas pra gente! Afinal, quem nunca teve esse espírito de preguiça, de ter tudo à mão, e ainda assim deixar de fazer qualquer coisa?

Ah, sobre os clipes poéticos mencionados no começo do post, ainda estamos trabalhando no projeto e queremos ter pelo menos esse do Domingo, pronto até o fim do ano, para sondar a recepção do público. Então, assim que estiver finalizado, vem pra cá, como sempre.

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[ETS] Muletas.

December 2, 2011

Agora chegou a vez do ETS que fotografei, o Muletas. Ficou pronto, afinal.

Mãe: Malu Mendes
Filho: Tony Giusti
Roteiro: Hamilton Boldrini
Produção: David Tennenbaum, Hamilton Boldrini e Victor Rzepian
Direção: Bárbara Neto e May Guimarães
Assistência de Direção: J.G. Rodrigues e Valter Ribeiro
Fotografia: Plínio Chaparin e Tito Ferradans
Som: Ernesto Lara e Luciana Bonassi
Montagem: Mari Brecht e Lucas Durão

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[Imagem IV] Proposta de Fotografia.

December 2, 2011

O trabalho final de Imagem IV era mais ou menos assim:

"Imagine que a música Trem das Cores, escrita por Caetano Veloso, seja um roteiro a ser filmado. Elabore uma concepção fotográfica para o roteiro levando em conta os temas abordados em sala de aula, o conteúdo e o ponto de vista em que o texto foi escrito. Lembre-se de que a concepção é livre, não precisa ser fiel ao ponto de vista, época, local, autor, mas a pesquisa é fundamental para justificar suas escolhas."

E lá fui eu escrever sobre o assunto, numa concepção que até gostei - por isso tô postando aqui, oras! O exercício pedia também imagens de referência ou material produzido explicitando as minhas escolhas. Concluí que a coisa está crítica quando é mais fácil produzir as imagens por conta própria do que correr atrás de referências. Tá tudo aí embaixo, pra quem tiver paciência de ler uma paginazinha. Caetano, se por acaso você aparecer por aqui e gostar muito disso, me contrata! Tô a fim de rodar isso!

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[EQS] Takeshi.

November 14, 2011

Nessa semana (28/05), foi a vez do Takeshi. Por causa dos ETS, não pude participar de todos os dias, mas fui em dois deles (ou teriam sido três?). Em contraponto ao Pedro Morreu, esse tinha 110 planos, dentre eles, uma quantidade enorme de detalhes. Para casos de perda de memória recente, o Takeshi é o EQS daquele Chroma que apareceu por aqui algumas semanas alguns meses atrás.

Logo aviso que os créditos da maioria das fotos vai pro Yuri Zveibil, que ficou mais tempo que eu no set - e eu mal levei minha câmera. Devido ao tempo já passado da empreitada, não sei se tenho muita pertinência pra escrever, mas vou tentar mesmo assim.

O Takeshi conta a história de um assassino de aluguel japonês - interpretado por Luis Massa -, e acompanhamos seus serviços numa ordem que se encaixa com a receita que ele prepara na TV. Aquela do chroma. Produção do Cauê Jannini e da Nath, direção era do Bruno Lottelli e Yuri Serafina, e a fotografia - meu chefe - era o Manfrim. No primeiro dia, filmamos no prédio principal da ECA, na sala do Mauro Wilton. Depois de transportar alguns (muitos) quilos de equipamento no carrinho do CTR até o set, fiquei responsável pela montagem da câmera e do shoulder, ali pelos corredores - nossa base -. Enquanto isso, o Manfrim, Gnomo e Filipe se matavam pra ligar e posicionar todos os refletores dentro da sala pequena. O Mosca e a Mari Zatz corriam com a Arte, enquanto o Caio Zampronha e a Júlia Alves tinham dificuldade em achar um lugar para o boom não fazer sombra em quadro.


A Sarah era assistente de direção e determinava o ritmo da filmagem. Fiquei na dúvida de quantas diárias eu fiz porque lembro claramente desse dia do prédio principal, tem o outro, mais tenso, da escadaria, e também lembro do estúdio, onde armei e iluminei o chroma para uns poucos planos de efeitos visuais - que farei assim que chegarem em minhas mãos! Me ajudem, galera, essas três coisas aconteceram em dois dias ou em três?





Retomando então as memórias garantidamente certas, na diária seguinte, enquanto o pessoal rodava num beco atrás do CAC, eu fui com o Manezinho e o Filipe Valerim, montar uma plataforma pendurada numa escada do ICB. Era uma escada pra fora do prédio, e a plataforma ficava, literalmente, do lado de fora da escada, engenharia própria do Mané. Para que a construção fosse bem sucedida, precisávamos de um bocadinho de materiais, ferramentas pesadas e contrapesos que sustentariam quem ficasse sobre a plataforma - com a câmera - além de eventuais refletores. Passamos a tarde quase toda montando essa traquitanda, subindo e descendo pelo elevador mais legal que já existiu, esmagando a mão com coisas pesadas e criando calos de empurrar e encaixar coisas umas nas outras.

Quando a galera chegou, já à noite, descobrimos que a plataforma estava no andar errado, e que tínhamos ZERO tempo para desmontar tudo e levar pra CIMA! Aí foi tenso. Corre-corre, esmaga dedo, pega refletor quente, carrega cabo, se pendura, cintos de segurança, e foi. Lá foram feitas algumas dessas imagens abaixo. Caso as cores estejam estranhas é porque foram roubadas de planos, não são fotos mesmo, então a qualidade estática fica comprometida.



Depois dessa canseira absurda, acabei pegando uma carona até o ponto de ônibus com o Cauê, onde tiramos uma foto muito parecida com essa, ilustrando o set.

Me desculpem se pulei coisas, queria ter escrito isso muito antes e com muito mais detalhe, mas, acreditem, tava difícil, e ficou na pasta de rascunhos muito tempo. Entre escrever isso, e não postar, preferi postar as coisas que lembrava!

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[JOB] Baruk.

November 14, 2011

Ainda nem sei se posso comentar sobre esse trampo por aqui, para o qual fui convidado pelo Rudá para participar como assistente. Posso dizer com certeza que foi pesado. Duas diárias de 16h, carregando peso e coisas de valor incalculável nos ombros, sempre sob o stress do tempo-real. Era a gravação de um DVD do Paulo César Baruk, gospel. O equipamento: quatro REDs e duas F3. Três travellings e uma grua. Lentes infinitas (e infinitamente caras, as mais baratas não eram menos de US$20 mil). Duas 24-290mm f/2.8, uma 300mm f/2.8 Cooke, 25-250mm, Zeiss 8R (uma 8mm que não distorce), kit de Ultra Primes e outras coisas mais.

As duas diárias começaram às 11h e foram até praticamente 3h da manhã. No primeiro dia, passamos na locadora pra retirar o equipamento. Eram tantos cases que não sei se eles caberiam no meu quarto. E isso só de equipamento de câmera, que era nosso departamento. Na hora de montar os brinquedos, muito quebra-cabeça, improviso e pedidos de última hora pra tudo funcionar. Éramos o Rudá, a Anna Santos e eu. Primeira gravação de DVD pros três, então, todo mundo sob tensão constante, afinal, não bastava gravar, tinha que ter monitoração sempre, com trocentos cabos cruzando a platéia, escondidos, e chegando ao switcher que recebia as imagens das seis câmeras. Tudo isso armado no primeiro dia. Voltei pra casa no último trem, enquanto o Rudá e a Anna viravam a noite no Isabel.

No segundo dia, rodávamos um ensaio, e depois o show propriamente dito, que teve três horas de duração - ou tensão, como preferir ler -, durante as quais tentávamos prever as merdas que estavam prestes a acontecer. Depois disso tudo, ainda desmontamos TUDO e despachamos de volta para a locadora. Voltei pra casa dirigindo o carro da Anna enquanto os outros dois estavam apagados em seus respectivos bancos.

No processo de desmontagem (essa palavra existe?), tiramos essa elegantíssima foto com nossas filhas. Assim que o Rudá me mandar a outra, que eu tô com a bazuca da 24-290mm no ombro, eu posto aqui também.

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